Escravos do Mundo Livre

Esteta ou Asceta? Nada disso, no fundo: Divagações de um pateta...

segunda-feira, 9 de julho de 2007

Eu tô ficando cego pra poder guiar


E teve também o Elephant do diretor Gus Van Sant. É sobre o massacre em Columbine, gostei bastante, tem uma atmosfera de documentário, tentando ser imparcial. O filme ñ dá respostas, por que elas ñ existem. Pelo menos é isso q o diretor tenta mostrar durante o longa. Apesar dos estereótipos filmados, ñ dá pra apontar culpados, sejam individuaias, coletivos, sobrenaturais ou forças sociais. O problema é muito complexo, ñ tem facil resolução.
Todos sao vítimas, ou todos culpados? Sei ñ...

Quanto ao título: gosto das duas possibilidades, a primeira é a da parábola budista. Segundo ela, vários cegos tateiam diferentes partes de um elefante tentando descreve-lo. Obviamente, a conclusao a que chegam está muito longe da realidade. A segunda é a seguinte: há um elefante numa sala e ninguem se dá conta dele. Só percebem quando ele começa a fazer grandes estragos... Pensando no título, o filme adquire sentidos ainda mais fortes.

Falando da trilha, que maravilha as cenas ao som de Beethoven. Mas tb é covardia, comentei com o Zé q até se vc filmar um macaco manco, chupando picolé, desde q tenha a sonata ao luar do Thovinho ao fundo, fica maravilho. É uma musica incrível!

E por falar nisso, esqueci de dizer q nesse filme aí de baixo, Old Boy, a trilha é ótima tb! As cenas dolorosíssimas de tortura, sao excutadas ao som de Vivaldi. Até dói mais fundo!!!

1 Comments:

At quarta-feira, abril 15, 2009, Blogger Isabela Pizani said...

Ainda não ví esse filme. E provalemente não deve ser fácil de arranja-lo. Talvez internet. Claro.

Ah, não tem no seu BrÓg aquele trequinho que a gnt pode clicar pra acompanhar os posts daqueles que a gnt escolhe como gnt de boas palavras, gnt com BrÓg no mínimo curioso.

No meu, falo das loucuras que penso por causa da loucura que acredito. Pra tantos e muitos é maluquice. Mas, ainda assim, falo.

No mais, é isso!

Um Beijão!

 

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A verdade dói, mas quem sabe eu ñ sou masoquista? Diz aí:

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